Procurando encrenca: e achando!

Chegadinho do Rio Grande do Sul: ele apareceu!

Chama-se encrenca e é vendido pelo Seu Tarzan, nas ruas de Cachoeira do Sul. Bianca Breyer, colega de mestrado no PROPUR, já havia me alertado há alguns anos sobre a encrenca, mas acreditávamos ser vendida com matraca, como em Capão da Canoa.

Eis que, agora, Atílio Alencar surge com esse registro importantíssimo, deixando entrever – e quase entreouvir – o uso de um instrumento bem parecido com o triângulo, que vai marcar essas práticas observadas nas regiões Nordeste e Norte do Brasil.

A existência de barquilleros nas ruas de Montevidéu (foto abaixo), portanto num território contíguo ao brasileiro, havia deixado essa interrogação sobre a possibilidade de que a prática de vender esses finos biscoitos em tambores levados às costas, de forma ambulante e ao som agudo de um instrumento como o triângulo, houvesse existido ou ainda existisse também ao Sul do país.

A suspeita agora se confirma! Aguardem relato do Atílio sobre sua experiência com esta doce encrenca abaixo do Trópico de Capricórnio.

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Vendedor de barquillos em Montevidéu. Foto: Stonek

 

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