Etiquetas:4:33, ambiente, ator, áudio, cena, cinema, corte, edição, filme, john cage, música, Nicolas Cage performs John Cage's 4'33", performance, som, som direto, YouTube
Da música ao som: proposta para abordar o espaço
14 AbrBoas notícias: só falta revisar a dissertação!
As novidades, portanto, já começam a aparecer: na próxima quinta-feira, dia 19 de abril, apresento um trabalho no I Colóquio Geografia, Literatura e Música, que vai acontecer na UFRGS, aqui em Porto Alegre. Saiu a programação e vi que tem muita coisa legal – choro potiguar, eletrônica baiana, Manguebeat (nem precisa dizer de onde), fandango caiçara, samba carioca, música pampiana, hip hop, marchinhas carnavalescas, pop e por aí vai.
Da minha parte, vou contar como uma série de eventos relacionados ao trabalho com a produção musical brasileira que me levou a estudar o ambiente sonoro urbano. E esse estudo – que está na dissertação – em algum momento acabou me levando de volta à música brasileira. Vou compartilhar como essa possibilidade metodológica se revelou, como foi assumida e que resultados gerou.
No final da primeira tarde de apresentações, o mestre e doutorando em Geografia da UFPR Marcos Torres vai guiar o trabalho de campo “Explorando a Paisagem Sonora em Porto Alegre”. Vamos?
A entrada é franca. Quem quiser e puder, apareça lá no Instituto de Geociências da UFRGS. Aí vai a programação!
Etiquetas:ambiente sonoro, Brasil, choro, colóquio, espaço, fandango, geografia, manguebeat, música, paisagem sonora, UFRGS, universidade
Tintim por tintim
27 Nov“Quem gosta de saber de tudo nos mínimos detalhes ou quer esclarecer algo precisa que as coisas sejam explicadas tintim por tintim. Desde o início do século XIX, a expressão já aparecia em dicionário da língua portuguesa. Trata-se de uma onomatopeia, ou seja, uma palavra que reproduz um som. Neste caso, o som era o das moedas de ouro ou prata, contadas uma a uma durante a Idade Média e na Época Moderna. Antes do dinheiro de papel, dos cheques e das transferências eletrônicas, após as transações, as moedas de metal eram contadas e lançadas umas sobre as outras. Tintim por tintim.” (Em Almanaque Brasil)
Etiquetas:fala, língua, onomatopeia, português, som
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5 NovGrande repercussão dessa matéria que saiu no 2 de novembro no Diário do Pará, com centenas e centenas de compartilhamentos no Facebook.
Etiquetas:ônibus, Brasil, cidade, coletivo, espaço público, fone de ouvido, headphone, legislação, Pará, proibição, transporte público
“Música com sons da vida”
8 SetPra quem tem iPhone, esse programinha só custa um dólar. Chama-se MadPad. A dica é do @iescossia, e vem daqui.
Alex Ross palestra e autografa no Brasil
29 JulGosto tanto de boas linhas de baixo que minhas bandas prediletas têm que ser fantásticas nesse quesito – e são. Eu mesma começava a compor meu rocks pela linha de baixo. Mesmo assim, nunca pensei que alguém teria a delicadeza de fazer uma palestra sobre isso. Mas claro que tinha que ser Alex Ross, um cara que cresceu ouvindo música clássica, encontrou a música moderna de vanguarda na faculdade e só depois de passar pela experiência de Sonic Youth e Pere Ubu se viu preparado para ouvir Beatles e Bob Dylan.
Autor de “O resto é ruído – Escutando o século XX“, Ross é um dos críticos musicais mais interessantes da atualidade e escreve delícias sobre a música do século XX e XXI, acessível a não iniciados e aos iniciados também. Ele estará em São Paulo na próxima quinta (04/08) e no Rio de Janeiro sábado (06/08) para falar sobre “Chacona, lamento, walking blues: linhas de baixo da história da música”. Dá pra acreditar?
De quebra, autografará seu novo livro “Escuta só – Do clássico ao pop”, cuja orelha começa com “de Bach a Björk…”. Já tenho o que ler depois que terminar a dissertação (estou indo, estou indo). Mais detalhes sobre a vinda de Alex Ross estão no blog da Companhia das Letras – parabéns editora, pelos 25 anos e por essa série comemorativa de conferências.
Etiquetas:crítica musical, livro, música contemporânea, palestra, Rio de Janeiro, ruído, São Paulo, som
Laurie Anderson no Rio de Janeiro
1 JunEste slideshow necessita de JavaScript.
Considerei um presente o fato do Encontro da ANPUR no Rio de Janeiro coincidir com as datas da exposição retrospectiva de Laurie Anderson que está acontecendo na cidade, “I in U / Eu em Tu”. Impressionantemente, é a primeira dela no Brasil.
Logo no hall de entrada, a artista faz os transeuntes se reunirem em torno de uma távola redonda para ouvirem uma música escondida no interior das coisas. As ondas sonoras nos ligam num só corpo; nossos ossos vibrando juntos. Também é uma linda imagem de se ver, porque nos põe em posição de reflexão, de viagem ao interior. Laurie Coração-de-Leoa.
Há pontos de escuta em um mural, há sussuros em travesseiros, há hologramas falantes.
Talvez o mais alentador é que, embora Anderson seja música e utilize de um jeito muito pessoal o som, o que está por trás do que ela realiza é o poético vivido no cotidiano – de sonecas em espaços públicos a conversas de consultório. Não hermética. Singela, sim. Muitas vezes, é como se estivesse se comunicando com crianças. Sua dicção do inglês e a dinâmica que empreende à sua fala são ternamente hipnotizantes. Somam sentido ao que diz. Além disso, sua maneira de subverter forma e função dos objetos musicais – especialmente o violino, seu instrumento – é um caro exercício de transcendência.
Etiquetas:agenda cultural, arte contemporânea, arte e vida, arte sonora, Brasil, brazil, CCBB, entrada franca, exposição, grátis, instrumento musical, música, obra de arte, poética, programa cultural, Rio de Janeiro, som, sound art
Localizando eventos sonoros + Arte sonora
19 MaiPróxima semana acontece no Rio de Janeiro o XIV ENANPUR, o Encontro Nacional da ANPUR (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional). Acontece de dois em dois anos e nesta edição o tema é “Quem planeja o território? Atores, arenas e estratégias”.
Estarei lá apresentando o trabalho “Mobilizando informantes pela Internet para localização de eventos sonoros urbanos” na Sessão Temática 10 – “Rede: técnica e ciência na transformação do espaço”, coordenada pelos professores doutoras Ana Clara Mourão Moura (Geografia/UFMG), Andréa Pessôa Borde (PROURB/UFRJ), Fabio Duarte de Araújo (PUC-PR). Eis os detalhes:
Dia: 26.05.2011, quinta-feira
Mesa: Objetos Técnicos e Reorganização Territorial
Horário: das 13:30 às 15:30
Local: sala Madri VI, no 3º andar do Windsor Guanabara Hotel
Perdão pelo momentâneo abandono do blog, depois que me mudei (mudança começa alguns meses antes e, pelo jeito, termina semanas e semanas depois da mudança propriamente dita). Aproveito para deixar logo abaixo uma dica muito interessante para quem estiver em Porto Alegre amanhã pela manhã.
Eis o texto de divulgação:
Palestra sobre arte sonora do artista multimídia Mário Ramiro acontece no IA/UFRGS nesta sexta, 20 de maio, às 10h. Entrada franca.
Evento: Palestra “Objeto e espaço sonoro: o som como dimensão expandida da “escultura”" de Mário Ramiro (USP), atividade do Seminário de Pesquisa em Artes Visuais do IA/UFRGS
Data e horário: 20 de maio, sexta, às 10h
Local: Pinacoteca do IA/UFRGS (Rua Senhor dos Passos, 248, 1º andar)
Ingresso: Entrada franca
Na sexta, 10h, acontece no Instituto de Artes da UFRGS a palestra “Objeto e espaço sonoro: o som como dimensão expandida da “escultura”" de Mário Ramiro, artista multimídia e professor da USP. Mário Ramiro vai falar sobre o papel das vanguardas históricas no desenvolvimento de uma “arte do ruído” a partir da “Art of Noise” do futurista Luigi Russolo. A palestra procura apresentar uma visão panorâmica da produção histórica de arte sonora e também mostrar algumas experiências desenvolvidas no Departamento de Artes Visuais da ECA/USP.
Mario Ramiro é artista multimídia, formado pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Foi integrante do grupo de intervenções urbanas 3NÓS3 e participante do movimento da arte e tecnologia no Brasil nos anos oitenta. O conjunto de sua obra inclui a criação de intervenções urbanas, redes telecomunicativas, esculturas, instalações ambientais, fotografia e arte sonora. Participou também dos coletivos Autopsi, Hostilzinhos, Os Macaco e Snervo. É mestre em fotografia e novas mídias pela Escola Superior de Arte e Mídia de Colônia, na Alemanha, e doutor em artes visuais pela Universidade de São Paulo. Trabalha atualmente como professor do Depto. de Artes Visuais e do programa de Pós-graduação da Escola de Comunicações e Artes da USP.
Divulgação: José Carlos de Azevedo – Secretaria de Comunicação do IA/UFRGS, fone 33084318, e-mail iaeven@ufrgs.br ou zecazevedo@hotmail.com. Visite o novo site do IA/UFRGS: www.artes.ufrgs.br. Siga o IA/UFRGS no Twitter: https://twitter.com/IA_UFRGS
Etiquetas:"pesquisa acadêmica", "Planejamento Urbano e Regional", academic research, pós-graduação, sound art, urban planning




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